Divulgação muda vida de pequena empresária

Publicado 26/09/2012 por Beth Matias
Categorias: Inovação


sacola ecológicaAssim como faço diariamente, trabalhava duro quando a empresária Lucineide Nascimento ligou comemorando: “virei capa do Agora (jornal diário em São Paulo)”. Sem entender ao certo o que acontecia, Lucineide explicou: depois da reportagem na Agência Sebrae (onde sou correspondente há 10 anos) – http://www.agenciasebrae.com.br/noticia/13476558/servicos/empreendedora-faz-sucesso-ao-vender-sacolas-ecologicas/?indice=0– a imprensa tinha descoberto a ex-empreguete.

A empreendedora já havia dado entrevista para outras publicações. A bela história de Lucineide atrai os olhares curiosos e ela passou a ser um personagem. A maioria dos pequenos empreendedores por este Brasil de meu Deus tem muitas histórias para contar. Se soubessem a força da divulgação de suas façanhas, aumentariam as chances de crescimento de seus negócios. Lucineide está crescendo e quer agora chegar com uma inovação na Copa do Mundo….é esperar pra ver!

 

Comente essa notícia e coloque a sua história! Se ela for aprovada pela minha equipe, ela vai para o blog e pode virar um “causo”.

Veja só onde Lucineide foi parar

 http://m.folha.uol.com.br/mercado/1136290-empreguetes-ousam-e-viram-empresarias.html

http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2012/maio/empreendedora-faz-sucesso-ao-vender-sacolas

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/empreendedora-fatura-com-bolsas-ecologicas-depois-de-proibicao-das-sacolinhas

http://vivacombeleza.com.br/2012/08/13/de-domestica-a-patroa/

Abraços e até mais

Esquente a comunicação de sua pequena empresa

Publicado 14/05/2009 por Beth Matias
Categorias: Gestão


Portal do Sebrae

Portal do Sebrae

A comunicação empresarial deixou há muito de ser uma comunicação desconectada com as atuais tecnologias. Serviços como SMS, Bluetooth, Portais WAP, Twitter, You Tube e outros são poderosas ferramentas de comunicação com os diversos públicos da empresa. As grandes já descobriram o poder da informação, via celular ou na rede mundial de computadores.

Agora é a vez dos pequenos. O Sebrae em São Paulo irá lançar na próxima semana o Portal WAP Sebrae-SP com informações e dicas para quem quer empreender ou precisa melhorar o seu negócio. Uma das novidades serão as dicas empresariais apresentadas na forma de animação, abordando temas de gestão que envolvem o dia-a-dia das empresas, de forma lúdica e de fácil assimilação.

Está na hora da pequena empresa acordar para estas tecnologias. Pesquisa do próprio Sebrae em São Paulo mostra que entre as micro e pequenas empresas, a utilização de aparelho celular mais que dobrou nos últimos 10 anos, saltando de 42%, em 1998, para 91% em 2008.
O pequeno empresário conhece o celular e sabe da importância dos portais, mas desconhece ou não acredita, por exemplo, no comércio eletrônico. Segundo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net), já existem 14,9 mil pequenas e médias companhias que vendem na internet. Elas respondem por apenas 20% do movimento total de vendas.

É um desperdício de tempo e dinheiro transformar um site apenas em um cartão de visita, com telefone, fotos e informações de “quem somos”. A empresa precisa interagir via online com seus clientes, fornecedores, parceiros, formadores de opinião e colaboradores. A comunicação objetiva e “quente” interessa a todos os steakholders da empresa.

Esquente a comunicação de sua empresa. Torne-a viva. Produza informação contínua e de qualidade para seus clientes. Aja rápido com as informações internas, evitando a famosa “rádio peão”. Seja proativo em relação à imprensa, contrate gente especializada. Mostre aos seus fornecedores o que você espera deles em termos de qualidade e pontualidade.

Se você tiver interesse em receber as informações via WAP do Portal do Sebrae-SP, acesse a partir de segunda-feira, dia 18 de maio, o http://www.sebraesp.com.br e acesse o serviço por celular

Feliz 2009 aos pequenos negócios

Publicado 02/02/2009 por Beth Matias
Categorias: Economia


25-de-marco-natal2Estou voltando de cara nova, depois de um longo período de ausência. Afinal foram dois meses sem escrever uma linha neste blog. Prometo a partir de agora ter mais disciplina e atualizá-lo com mais freqüência.

O assunto que quero abordar para começar 2009 é exatamente a notícia que não sai das páginas econômicas: a crise financeira mundial. Faço aqui uma pequena análise do ponto vista dos pequenos empreendimentos no Brasil. Eles que representam 99% das empresas formais e 65% dos empregos.

Nos últimos meses, tenho entrevistado dezenas de empresários brasileiros a respeito da crise e posso dizer, com sinceridade, que para os pequenos negócios ela ainda está nos jornais.

Sim, quem trabalha com comércio popular ainda não sentiu a crise na lojinha. São papelarias, doceiras, padarias, pequenos supermercados, restaurantes. O que eu vejo aqui em São Paulo, terra da garoa e dos bons negócios, é que o mercado interno está indo mais devagar, mas está indo bem. Até mesmo as pequenas construtoras ainda não têm do que reclamar. Uma delas, por exemplo, vendeu mais em dezembro de 2008 do que nos meses anteriores. Não falei com o pessoal das revendas de automóveis, mas parece que a redução do IPI surtiu algum efeito no mercado de carros.

É lógico, como diz o presidente da Fecomercio, Abram Szajman, em uma entrevista que fiz recentemente com ele, que alguma retração irá acontecer. O país vai crescer menos, mas vai crescer para manter empregos e renda para a maioria dos trabalhadores.

Mas para as grandes empresas a situação parece diferente. As multinacionais estão oferecendo reduções de salários. Há vários amigos nessa situação. O que eu vejo é que com o mundo em crise, as multis estão sangrando suas filiais brasileiras. Uma “judieira”, como diria um velho amigo. Os bancos também vão ter problemas. Apesar do sistema financeiro sólido, eles ganharam muito na ciranda financeira mundial e agora vão ganhar menos. Nada, com certeza, que desestabilize o país.

Eu quero dizer que, apesar aos meus colegas jornalistas de economia que se voltem um pouco para os pequenos negócios. Que entrevistem os empresários do comércio popular, dos pequenos supermercados, das lojinhas, dos armarinhos. Que vejam como são criativos e flexíveis para mudar estratégias.

Cito como exemplo uma pequena loja na Aclimação. Para fugir das altas taxas de cartão de crédito, a loja está dando desconto para quem paga com cheque ou dinheiro. As promoções e descontos estão por todos os lados em shoppings centeres. É hora de aproveitar e apostar em produtos mais baratos e com qualidade.

Eu lembro bem da época do Sarney (que acabou de se eleger presidente do Senado!), quando a inflação era de 80% ao mês. Naquela época, as pessoas pesquisavam, pesquisavam, pesquisavam. Quem viveu aqueles tempos, não tem medo da crise!

Feira do Empreendedor leva mídia nacional para Caruaru

Publicado 27/10/2008 por Beth Matias
Categorias: Inovação

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Rodrigo Moreira

foto: Rodrigo Moreira

O nordestino é realmente um povo muito, mas muito criativo. Estive neste final de semana em Caruaru, no agreste pernambucano. Pela primeira vez aconteceu lá a Feira do Empreendedor de Caruaru. Mais de 300 expositores, 600 dicas de negócios que podem se tornar sucesso no Estado.

 

Fui acompanhar um repórter do Jornal Nacional, da TV Globo, sobre uma matéria de empreendedorismo. Pois é, a criatividade do evento chamou a atenção da Globo. Chegamos e a feira estava “bombando”. A idéia de colocar o evento no Parque do Forró, uma pequena cidade cenográfica com direito a igrejinha e tudo, foi muito inteligente.

 

O povo circulava às centenas, assim como centenas de negócios foram fechados. Os empresários estavam satisfeitos. Como estratégia de marketing para atrair as pessoas para as palestras de capacitação que aconteciam, um grupo de atores circulava pela feira com cartazes sobre os horários e os palestrantes. De maneira muito bem humorada, levavam as pessoas para as salas de capacitação.

 

As tradições locais também estavam preservadas. Doces tradicionais da cultura de Caruaru eram vendidos na Feira da Guloseimas, um projeto do Sebrae-PE em parceria com a s Secretarias de Turismo e Desenvolvimento Econômico e pela Fundação Cultural de Caruaru. Surgiu em 2007 porque havia uma preocupação que os doces desaparecessem. Muitos deles não são vendidos em shoppings ou supermercados.

 

A feira também estava repleta de jovens. Mais de 2.000 estudantes do ensino médio técnico e tecnológico participaram do “Projeto Jovem Empreendedor’. Eles assistiram a palestras com foco nos temas de motivação e comportamento empreendedor. E como todos os jovens, fizeram muita algazarra durante o evento.

 

Um caso de sucesso na comunicação. Ele demonstra bem como um produto comum nas praças de todo o Brasil, uma feira de negócios, podem chamar a atenção da mídia. Empreendedorismo de sucesso no agreste de Pernambuco, com certeza, é pauta para televisão, jornal, revista e site. A feira por si só não gera informação, mas a composição feliz de juntar o forró, a tradição dos doces à tecnologia dos equipamentos ofertados foi uma mistura inovadora.

 

Os organizadores em Pernambuco já receberam pedidos de várias prefeituras para que a Feira do Empreendedor aconteça em suas cidades. Mas, como em Caruaru, a 130 km de Recife, é preciso criatividade, para que também despertem na mídia o interesse de noticiar!

Evite o ‘spray and pray’

Publicado 23/09/2008 por Beth Matias
Categorias: Gestão


Um amigo jornalista, parceiro de vários trabalhos, Eduardo Ritschel, concedeu recentemente uma entrevista muito interessante como conduzir um processo de gestão de mudança. Para ele, a eficiência está em identificar os pontos de vulnerabilidade, definir claramente as etapas e gerenciar cada fase, medindo, por meio de pesquisas, o nível de adesão e compreensão dos envolvidos.

 

Acho que vale como dica para todos os tipos de negócios, principalmente as micro e pequenas empresas. Abaixo a entrevista que ele concedeu para a Revista Comunicação 360° e que está no portal Nós da Comunicação:

 

Nós da Comunicação – Quais são os maiores desafios para uma equipe integrada, em especial dos profissionais da área de comunicação, ao elaborar e conduzir uma mudança organizacional?
Eduardo Ritschel – Compreender a complexidade de um processo de mudança organizacional, os papéis envolvidos, o ambiente no qual a mudança se processa e o comportamento esperado de cada ator para atingir o resultado são desafios superados com muita dificuldade pelas organizações. Vejo que, na maioria das vezes, as empresas optam por uma solução de comunicação padronizada e uniforme, em uma única mão de direção, para os vários públicos envolvidos, sem considerar necessidades específicas.

Nós da Comunicação – Quais são os erros mais comuns cometidos durante o processo?
E. R – Uma expressão em inglês exemplifica bem a metodologia adotada por muitas consultorias: é a solução ‘spray and pray’, ou seja, você pulveriza a informação, dá treinamento e reza para ela ‘pegar’. O resultado desses desvios é, normalmente, superficial, sem mudança efetiva ou com mudança forçada apenas pela falta de opção, com uma equipe que executa o que lhe é ordenado sem envolvimento ou ‘paixão’. É questão de tempo para que os defeitos do modelo antigo voltem com mais força, mantidos pelas mãos resistentes e não-convencidas dos benefícios da mudança desejada.

Nós da Comunicação – Que caminhos devem ser trilhados por essa equipe para aumentar as chances de êxito de um processo de mudança?
E. R – Minha sugestão é para que a equipe estude a fundo a mudança desejada, seu nível de impacto nas pessoas e nos diversos grupos de poder da organização, os objetivos e comportamentos esperados, a contraposição entre cenário atual e desejado, e defina o papel dos grupos de poder (família, comunidade, sindicatos, executivos e acionistas, entre outros), líderes, agentes e alvos da mudança. Com base em um desenho muito claro da argumentação envolvida em torno das desvantagens pessoais e profissionais que podem advir da manutenção da situação atual, segundo óticas da própria equipe e leituras da realidade feitas por ela, assim como dos atrativos do cenário futuro, é possível estabelecer um discurso adequado para cada público-alvo.

Existem metodologias que apontam claramente os gaps existentes e permitem monitorar a eficiência do processo de comunicação, que deve contemplar canais de via dupla, abertos aos questionamentos e que abordem os temas mais delicados com transparência. Importante considerar que os profissionais de comunicação atuam como consultores do processo de mudança, mas a responsabilidade pela comunicação efetiva é da liderança da organização. Sem ela atuando de forma dedicada e comprometida, não há comunicação, nem mudança. O discurso deve ser permanentemente confirmado pelas atitudes da alta liderança.

Nós da Comunicação – De que forma um plano de comunicação pode reduzir custos e atritos durante o processo de mudanças?
E. R – Mudanças participativas são mais onerosas, num primeiro momento, pelas análises e pelos cuidados necessários. A médio e longo prazos, porém, por serem compreendidas e ‘compradas’ pelas pessoas, têm prazos e custos de implantação muito reduzidos, porque geram as conquistas consistentes dos resultados almejados. Como diz o ditado, “gasta-se em alimentos e se economiza em remédios”. A reflexão sobre o papel da comunicação ganhou impulso justamente porque já há um consenso entre os executivos de que a falta de um processo participativo, quando o envolvimento das pessoas é importante, pode levar ao fracasso do processo de mudança. Nesses casos, mudanças autocráticas tendem a gerar resultados parciais e que resistem pouco tempo.

Há casos, porém, nos quais a autocracia é a única forma viável de se implantar a mudança. Quando isso ocorre, nunca há comprometimento por parte das pessoas, o que significa perda de recurso e tempo, bens preciosos para as empresas. Nenhuma organização deve implantar uma mudança estratégica ou tecnológica maior sem avaliar e medir, previamente, o risco de implantação (e reforço, mais uma vez, que existem instrumentos concretos que apontam esses riscos). É uma dinâmica estratégica que exige dedicação e esforço da liderança, mas sem a qual não há garantia do sucesso da mudança. Um plano de gerenciamento da mudança precisa oferecer instrumentos práticos e considerar o treinamento, em maior ou menor grau, de toda a liderança.

Nós da Comunicação – Como evitar que conversas paralelas (‘radiocorredor’) tomem uma proporção que dificulte a estratégia de comunicação previamente acertada durante o processo?
E. R – O recomendável é tratar os temas com franqueza e abertura, o que expõe, muitas vezes de forma adequada, as vulnerabilidades e os riscos do próprio projeto de mudança. Para o sucesso da iniciativa (e aqui devemos reforçar, na linguagem do acionista, os ganhos financeiros do projeto), é fundamental garantir canais abertos e retornos rápidos às demandas que surgem (até para dizer que sobre determinado tema ainda não há nenhuma definição, mas quando houver, o colaborador será imediatamente informado).

Quando se estabelece esse compromisso de transparência, que é reproduzido pela atitude da liderança do projeto e da organização envolvida, o colaborador tende a confiar na fonte oficial e reduzir a importância de outras fontes especulativas. Fácil de dizer e difícil de fazer. Vejo constantemente a opção por controles rígidos, reforçados pelos medos de expor demais os reais motivos das mudanças propostas.

Nós da Comunicação – Como a comunicação pode agir para manter uma equipe motivada durante um período de incerteza?
E. R. – Os estímulos que motivam cada pessoa são individuais. Compreender esse aspecto customizado da comunicação é a chave do processo. Normalmente, consideramos os benefícios para a organização com o processo de mudança sem avaliar como a mudança vai impactar cada envolvido. Será que o que é bom para a empresa será bom para mim também? Será que vou continuar a fazer parte dessa organização bem-sucedida? Esse novo plano estratégico está alinhado aos meus planos profissional e pessoal? Esses novos comportamentos exigidos correspondem ao que eu desejo para mim? Muitas vezes, pela necessidade de permanecer empregado, o colaborador se sujeita à mudança sem nenhuma convicção. Será um funcionário infeliz e de baixa produtividade.

Nós da Comunicação – Quais são os cuidados a serem tomados nas empresas pelas lideranças no momento de comunicar qualquer tipo de mudança?
E. R. – Considero que determinados aspectos devem estar sempre presentes na mente de quem quer comunicar alguma coisa à outra pessoa:

1. ‘O quê’ comunicar e ‘como’ comunicar são questões que exigem segmentação. Para isso, é necessário considerar aspectos como valores, emoções, comportamentos e os próprios conhecimentos das pessoas.

2. O responsável pelo sucesso da comunicação é sempre aquele que emite a mensagem, por isso o emissor precisa ‘falar a língua’ do receptor.

3. As pessoas não percebem as mensagens de forma idêntica. A mesma mensagem pode ser apreendida de modo diferente por pessoas diferentes, porque possuem estilos de comunicação próprios, assim como diferentes estruturas de referência que precisam ser respeitadas.

4. Antes de conhecer os estilos de comunicação de outras pessoas, é fundamental que conheçamos nosso próprio estilo. Normalmente, nos comunicamos como gostaríamos de ser comunicados. Um erro oneroso.

 

Comunicação interna: um passo antes da fama

Publicado 09/09/2008 por Beth Matias
Categorias: Gestão


Jornal Mural do Tribunal de Conta de Goiás

Jornal Mural do Tribunal de Conta de Goiás

Outro dia visitando uma pequena empresa em São Paulo percebi um problema recorrente no segmento. A falta de visão da diretoria em relação à área de comunicação da empresa. A maioria não tem uma gerência definida. Quem trata do “assunto” é a diretoria ou algum gerente de outra área.

 

A comunicação não é apenas o relacionamento externo com a imprensa. Ela deve envolver os funcionários, fornecedores, clientes e a comunidade no entorno da empresa. Poucos executivos reconhecem na comunicação uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento do negócio.

 

As grandes já descobriram e investem “pesado” em políticas de endomarketing e comunicação interna. A importância da área é tal que, se pensarmos que o atual ministro do Desenvolvimento, o jornalista Miguel Jorge, foi diretor de redação de “O Estado de São Paulo) e diretor de comunicação da extinta Autolatina, veremos que definitivamente o desenvolvimento passa pela comunicação.

 

Mas são poucos os empresários de micro e pequenas empresas que apostam na comunicação empresarial. A maioria quer apenas se “ver” no jornal, na revista e na televisão, achando que com isso poderá vender mais. Mas mal sabem eles que antes de pensar em comunicar a imprensa de seus produtos, a empresa precisa estar muito bem estruturada internamente, com uma comunicação interna envolvendo todos os seus funcionários, que podem ser 5 ou 50.

 

Uma comunicação interna transparente pode evitar os chamados “ruídos de comunicação” ou “rádio peão” como alguns ainda denominam as conversas paralelas e especulações. Quanto mais bem informados estiverem os funcionários, mais envolvidos com a empresa, sua missão e seu negócio eles estarão. É a chamada parceria.

 

Quantas vezes nos deparamos com um atendente mal-educado ou desinformado. Os empregados são os “melhores porta-vozes” da instituição em que trabalha. Mesmo aqueles que não lidam com o público, mas se relacionam com fornecedores e a comunidade precisam estar prontos para representarem a empresa em qualquer situação.

 

Pense que funcionários descontentes, mal informados, geram prejuízos imensos às empresas. Fica fácil acreditar no que eles dizem por que, afinal de contas, eles estão vivendo lá dentro. E todo o empresário sabe que a Marca é um dos maiores patrimônios da empresa.

 

Jornal Mural

 

O empresário, mesmo com poucos recursos, pode investir na comunicação interna de sua empresa. Organize um “Jornal Mural”, onde você colocará semanalmente as informações mais importantes que você que dar a seus empregados, como benefícios, dia de pagamento, aniversários e fechamento de um contrato importante, a entrada de um novo funcionário, etc. Delegue a alguém a função de organizar as informações e “publicá-las” no jornal. Elabore mensalmente uma carta do presidente com informações e metas importantes que a empresa deverá atingir naquele mês.

 

É importante que o “Jornal Mural” esteja nos pontos por onde circulam os funcionários, como perto de elevadores, banheiros, copa e áreas de convivência. Aos poucos, organize uma área que cuidará da comunicação e do marketing (marca) e introduza outras ferramentas de comunicação interna, como newsletter, boletim impresso, intranet. Para saber mais pesquisa na internet e busque informações sobre o assunto. Prepare-se para crescer e buscar a mídia externa.

 

 

Oportunidade em Portugal para startups

Publicado 10/05/2013 por Beth Matias
Categorias: Economia

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noite-lisboa

Um novo polo que abrigará pequenas empresas e empreendedores nasce no coração de Lisboa, em Portugal, numa proposta inovadora.

Um espaço de coworking onde um monte de pequenas empresas juntas pensam soluções para seus clientes e parceiros.

O espaço fica na antiga sede da estação de trens de Lisboa, à beira do rio Tejo, em um prédio dos anos 50. Chamado de Central Station, o lugar abrigará empreendedores, pequenas empresas e startups. Os interessados podem montar pequenos escritório de 30 metros quadrados até grandes, com 800 metros quadrados.

Quem já está por lá é a Beta-i (Associação para Promoção da Inovação e do Empreendedorismo), uma organização sem fins lucrativos, que lançou recentemente o Lisbon Challenge, um programa de aceleração de startups internacional.

Uma chance para brasileiros participarem. O projeto será desenvolvido de junho a outubro deste ano e acolherá 75 startups, com 200 empreendedores. A iniciativa conta com a ajuda da Câmara Municipal de Lisboa e a Caixa Geral de Depósitos.

Os interessados podem se inscrever até 18 de maio. Acesse inscrições

As melhores startups serão premiadas e terão a possibilidade de se apresentar a investidores em Lisboa, Londres e São Paulo.

Mistério no ministério

Publicado 07/05/2013 por Beth Matias
Categorias: Economia

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duvidas1_jpgVolto a escrever no blog um dia após a presidente Dilma ter nomeado o novo ministro da Micro e Pequena Empresa. Fico imaginando o que está por trás deste ministério, além do cunho político-partidário. O caráter é nobre: desenvolver os pequenos negócios, a maioria das empresas do país.
Mas será que é só isso mesmo? De onde virá o dinheiro que ajudará empresários e novos empreendedores? Vejo duas fontes de renda possível. Uma delas o próprio governo. Será que a presidente Dilma irá gastar tostões para manter projetos neste ministério ou o dinheiro virá das famosas parcerias?
A outra fonte? Deixo para um leitor mais atento imaginar.
A política é realmente um jogo de ambiguidades. Quem assumiu tem vasta experiência no assunto. Isso é inegável. Mas é vice dos tucanos em São Paulo.
O governo petista tem algumas instituições (o pessoal não gosta que chame de entidade) que podem ajudar o vice dos tucanos. O governo paulista também tem algumas instituições que podem ajudar o ministro dos petistas. Estranho, muito estranho, para dizer o mínimo.
Li nas redes sociais –das quais faço parte- críticas severas ao novo ministro. Desejo-lhe sorte nesta empreitada e que as parcerias realmente beneficiem os pequenos negócios e não apenas a campanha de reeleição de um ou outro partido!

Software ajuda empresa a identificar fraudes

Publicado 14/02/2013 por Beth Matias
Categorias: Economia


nota fiscal paulistaAs empresas agora podem identificar as Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e) emitidas contra seu CNPJ, em qualquer lugar do Brasil, por meio do Aplicativo de Manifestação do Destinatário. O software foi desenvolvido pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo.

A adoção do sistema traz mais segurança às empresas, que podem detectar fraudes que envolvam o uso indevido de seu CNPJ e indicar à Receita Federal operações não autorizadas. A ferramenta também tornará mais fácil o trabalho de escrituração fiscal, pois centralizará as informações em um único aplicativo.

A empresa precisa possuir  certificado Digital no padrão ICP-Brasil – tipos A1 ou A3. As informações foram divulgadas no site da Fecomercio-SP.

Cuidado com os fraudadores durante o Carnaval!

Publicado 08/02/2013 por Beth Matias
Categorias: Economia


carnaval É importante que as micro e pequenas empresas, principalmente, redobrem essa atenção, pois muitas vezes, por não investirem em recursos básicos e acessíveis de proteção, podem acabar sendo alvos preferenciais, destacam os especialistas em soluções antifraudes da Serasa Experian.

Leia com atenção as dicas da Serasa:

1ª – Peça sempre dois documentos originais (por exemplo, além do RG, também  o CPF ou Carteira de Habilitação);

2ª – Verifique inconsistências nos documentos apresentados. Por exemplo, se a foto é recente, porém a data de emissão do RG é de quando a pessoa tinha 10 anos de idade ou vice-versa.

3ª – Procure confirmar se as informações fornecidas pelo cliente são verdadeiras, analisando atenciosamente se o nome apresentado nos documentos é o mesmo que consta no comprovante de residência;

4ª – Solicite ao cliente o número do telefone residencial e faça a checagem dos dados naquele instante;

5ª – Consulte alguma ferramenta de prevenção a fraudes, como o serviço Alerta de Identidade da Serasa Experian (www.serasaexperian.com.br/alertadeidentidade). No momento da venda, o empresário pode fazer uma consulta ao CPF do consumidor e analisar o histórico daquele documento. A partir disso, o serviço dá uma nota de zero a mil às informações apresentadas e indica se há e qual é o grau de risco para o comerciante.

6ª – Se a suspeita de fraude for grande e o comerciante não se sentir seguro com a venda, é recomendável pedir que uma parte ou todo o pagamento seja feito à vista.

Micro e pequenas empresas lideram falências em 2013

Publicado 07/02/2013 por Beth Matias
Categorias: Economia


FalenciaIndicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, divulgado nesta quinta-feira (7 de janeiro) mostra que aumentou o número de micro e pequenas empresas que tiveram a falência decreta e requerida em janeiro de 2013 na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Dos 47 decretos verificados no primeiro mês de 2013, 34 foram de micro e pequenas empresas, 12 de médias e 1 de grande empresa.

Ao todo, houve 47 decretos em todo o país no primeiro mês do ano. Foi o maior valor para um mês de janeiro dos últimos dois anos, uma vez que em janeiro de 2011 e em janeiro de 2012, foram decretadas 41 e 33 falências, respectivamente.

As falências requeridas, por sua vez, somaram 167 registros em janeiro de 2013 sendo que 112 foram feitos por micro e pequenas empresas, 36 por médias e 19 por grandes empresas.

Segundo os economistas da Serasa Experian, a alta nas ocorrências de falências no início de 2013 é ainda reflexo do cenário adverso enfrentado pelas empresas em 2012, abrangendo a desaceleração do crescimento econômico e o patamar elevado da inadimplência dos consumidores.

Grande parte das empresas brasileiras desprezam segurança na internet

Publicado 05/02/2013 por Beth Matias
Categorias: Economia


facebook-permissoesVocê sabe o que é um plishing? Não? Então saiba que, se na sua empresa o e-mail é um dos meios de comunicação, você poderá receber um a qualquer momento. O plishing é uma forma de fraude eletrônica, caracterizada por tentativas de adquirir dados pessoais de diversos tipos; senhas, dados financeiros como número de cartões de crédito e outros dados pessoais. O ato consiste em um fraudador se fazer passar por uma pessoa ou empresa confiável enviando uma comunicação eletrônica oficial. No meu e-mail, por exemplo, já recebi comunicações da Serasa, banco Santander e Bradesco (onde eu nem tenho conta) e até de um amigo -quando abri vi que era comunicação indevida, mas a lambança já estava feita. Para me livrar o hacker indesejado, tive que reformatar a máquina. Dor de cabeça!

Segundo relatório de fraudes da RSA, divisão de segurança da multinacional de tecnologia EMC, 2012 foi um ano recorde em ameaças virtuais. O prejuízo calculado foi de US$ 1,5 bilhão para a economia mundial, com destaque para países como Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Brasil e África do Sul no topo da lista de empresas que foram mais prejudicadas. O relatório afirma que o Brasil foi o terceiro país com o maior número de empresas atacadas, somando 5% do volume total, enquanto Estados Unidos e Reino Unido lideraram a lista de ataques, com 28% e 10%, respectivamente.

Erra quem pensa que só as grandes empresas podem ser atacadas. A padaria, a loja conveniência, a rede de franquias, a banca de jornal, o contador, o serviço de motoboy. Todo tipo de empresa, independente do porte, pode ser atacada por um hacker. Funcionários acessam redes sociais nos computadores da empresa? As redes sociais e os smartphones, cada vez, mais são alvo do plishing.

Há diversas soluções disponíveis no mercado para combater a fraude eletrônica. Procure um especialista em Tecnologia da Informação e veja se o seu sistema está livre de vírus ou malwere. Peça ajuda e orientação para instalar aplicativos de segurança e também bloqueios. Lembre-se que o e-mail pode ser uma ótima ferramenta de marketing, mas não pode chegar com problemas ao seu cliente!


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