Muita criatividade com pouca grana
Inovar não requer muito dinheiro, mas sim criatividade. A internet e o celular podem ser ferramentas muito úteis no relacionamento com o cliente. Empresas de todos os portes têm investido em tecnologias simples para atender melhor o cliente. Em uma pequena estética da zona sul de São Paulo já é possível marcar pé, mão cabelo, pelo SMS.
A Domino´s Pizza, maior rede de delivery de pizzas do mundo – são oito mil lojas em 65 países oferece a opção do pedido por SMS do celular – por enquanto só nas 470 lojas da Inglaterra, para dois mil consumidores cadastrados. Mas logo, logo a novidade se espalhará pelo mundo.
A Tecnisa, uma das maiores no ramo da construção civil e imobiliária, foi além. Consultores de imóveis, os famosos, corretores, estão vendendo apartamento pela internet. Isso mesmo, 30% das vendas da empresa começam pela internet. Mais, o site oferece blog, fotos dos empreendimento no You Tube e consultoria online.
O cliente agradece, mas do que isso, fideliza. Em tempos de vacas magras, onde as empresas estão cortando custos de todos os lados, algumas até empregos, é preciso inovar. Outro dia li que uma universidade japonesa, a Cyber University, oferece todos os seus cursos pela internet. Recentemente começou um curso pelo celular!!! As aulas, que fazem parte do curso sobre os mistérios das pirâmides, consistem basicamente em imagens de Power Point com textos e imagens, com a locução de um professor ao fundo, que pode ser ouvida pelos fones do aparelho. Uau!
Agora as grandes empresas têm interesse nas pequenas: a Microsoft acaba de anunciar um progdama de fomento às novatas do setor de tecnologia. Com investimentos de R$ 2,5 milhões, a Microsoft identificou cerca de oito mil empresas de pequeno porte, com base tecnológica, aptas a receber os incentivos. Batizado de Microsoft SOL, o programa irá oferecer licenciamento grátis de mais de 25 softwares por três anos, além suporte técnico e treinamento online.
Está na hora de as empresas se ligarem que sem investimentos tecnológicos ficarão fadadas ao ostracismo e à mortalidade. O gerente nacional de atendimento do Sebrae, Enio Pinto, tem uma opinião muito boa a respeito disso: “empresas de conveniência” não atraem investimentos, não exportam, não apostam da inovação tecnológica. Elas atraem os clientes de conveniência, aquele cara que não vai muito longe porque acha que o açougue de casa, apesar de ser mais ou menos, é mais perto. Depois de um tempo, aparece outro açougue, talvez mais perto deste cliente, talvez mais eficiente na entrega, e o primeiro já era……
bethmatias disse
Oi Elderson
que tipo de negócio vc quer montar??
Elderson de Oliveira disse
Quero montar meu proprio negocio